sábado, 24 de junho de 2017
Coisas de Aeroporto
Sentimentos, quem sabe como eles brotam?
Quando perdi meu irmão, as lágrimas insistiram em não cair💧 , reflexo de um deserto interior orvalhado pelas lágrimas dos amigos.
Com o tempo até os cactos ressecam e ao se curvarem os espinhos da saudade, da falta, do não existir, me tocaram profundamente, atingindo minhas reservas profundas de lágrimas e dor e mesmo assim, respondi com "o silêncio", e Nana me ajudou:
"Velho companheiro
Que saudade de você
Onde está você?
Choro nesse canto a tua ausência
Teu silêncio
E a distância que se fez
Tão grande
E levou você de vez daqui
Sabe, companheiro,
Algo em mim também morreu
Desapareceu
Junto com você
E hoje esse meu peito mutilado
Bate assim descompassado que saudade de você."
quarta-feira, 1 de julho de 2015
"De Volta Pro Futuro" Vira Realidade
Se você é fã de um certo filme dos anos 1980, essa é uma notícia e tanto: em De Volta para o Futuro 2, o personagem Marty McFly (vivido pelo ator Michael J. Fox) roda pela cidade com uma máquina voadora muito parecida com a novidade japonesa. Para criar o equipamento, a equipe envolvida no projeto trabalhou junto com “especialistas em tecnologia de supercondutores”.
Segundo a Lexus, o skate usa levitação magnética com supercondutores resfriados a nitrogênio líquido e ímãs permanentes, o que “dá ao hoverboardum movimento sem atrito que até agora muitos acreditavam ser impossível”.
A Lexus afirma ainda que o skate flutuante apresenta algumas características da atual linha de carros da montadora – entre elas, os materiais e a grade de para-choques em “estilo Predador”.
O único lado ruim: apenas uma prancha foi fabricada e ela não será colocada à venda.
Mas para quem curte tecnologia e engenharia, o projeto não deixa de ser altamente inovador. O protótipo será testado em Barcelona, na Espanha, nas próximas semanas, e deverá estar finalizado até outubro.
terça-feira, 9 de junho de 2015
Prótese que Permite Sensação Tátil
O pesquisador Hubert Egger, da Universidade de Linz, Austrália, explica que sensores presos na palmilha do "pé" artificial estimulam nervos na base do coto - a parte do membro que ficou após a amputação. Para recuperar esta sensação no paciente, cirurgiões primeiro tiveram que reposicionar os nervos na base de seu coto que ficassem mais próximos à superfície da pele. Seis sensores foram acoplados à base da prótese, para medir a pressão imposta ao calcanhar e aos dedos artificiais, assim como o movimento dos pés.
Os sinais emitidos são captados por um minicontrolador, que os retransmite para estimuladores posicionados na prótese, no ponto onde ela toca a base do membro amputado. Estes componentes vibram, estimulando os nervos, que enviam sinais para o cérebro.
Rangger, um ex-professor de 54 anos que perdeu a perna após um coágulo causar um acidente vascular, vem testando a prótese há seis meses, tanto no laboratório quanto em casa. "Não escorrego mais no gelo e posso dizer se estou andando sobre cascalho, concreto, grama ou areia. Sinto até mesmo pequenas pedras", diz ele, que também pratica corrida, ciclismo e escalada.
Outro grande benefício foi a redução das dores que sentia de seu "membro fantasma", mesmo anos após ter sido amputado. Egger diz que isso ocorre porque o cérebro agora recebe informações concretas em vez de buscar pelo membro que falta.
sábado, 6 de junho de 2015
Ainda Existe Futebol
Linda e superior foi a final da Champions League, em Berlim. Enfim, o bom futebol não morreu.
Messi, Neymar e Suáres -- fábrica de gols, êxtase para a arquibancada -- flutuavam em campo, tão entrosados que atrevidamente queriam quebrar a máxima de que ninguém lê a mente de ninguêm.
Na partida, o elemento água transformou-se em suor e o fogo em garra. O ar humildemente parou para dar lugar à velocidade de Neymar e a terra produziu o tapete para este espetáculo. Um momento ímpar, quando a imperfeição toca a perfeição perdida há muito.
segunda-feira, 27 de abril de 2015
terça-feira, 21 de abril de 2015
Vingança em Kensington
Quem passa pela pacata South End, no distrito de Kensington não consegue deixar de notar a fachada coberta por listras vermelhas e brancas, destoando radicalmente das tradicionais construções em estilo georgiano características desta região da cidade. Mas não se trata de uma excentricidade de um milionário e, sim, de uma vingança.
A dona da propriedade, avaliada em 15 milhões de libras (R$ 60 milhões), Zipporah Lisle-Mainwaring, de 71 anos, tinha planos de demolir a casa e erguer, em seu lugar, uma nova construção de cinco andares, com um enorme porão onde seriam instaladas uma piscina e uma academia. Mas os vizinhos foram à justiça e conseguiram que o plano fosse vetado. Como consequência, um belo dia, o bairro amanheceu com a casa pintada de listras brancas e vermelhas, destoando de forma gritante do resto das casas da rua.
A casa incomoda os vizinhos não só por sua estética, mas também por atrair turistas ao pacato bairro residencial. "Há muitas pessoas aqui furiosas com isso", disse a estudante Saskia Moyle, de 18 anos, que mora em frente à polêmica residência. "É muito espalhafatosa, uma mistura de barraca de praia e circo. A rua toda está unida pelo ódio por esta casa."
A reforma foi embargada, porém, para pintar a casa não é necessário obter permissão. Os vizinhos entraram novamente na justiça. Não seria melhor não continuar "cutucando" a Zipporah?
quinta-feira, 9 de abril de 2015
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